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Selic a 2,25%: onde investir com segurança e liquidez?

BlueBenx 25 de junho de 2020

Desde o final de 2019 estamos acompanhando cortes relevantes e históricos na taxa básica de juros. Em sua reunião mais recente, que aconteceu entre os dias 16 e 17 de junho, o Copom – Comitê de Política Monetária do Banco Central anunciou uma nova redução de 3% para 2,25% na taxa Selic. Apesar desta ter sido uma decisão esperada pelo mercado, ter o patamar de juros próximos a 2% é algo histórico. Essa nova realidade transforma a maneira de se fazer investimentos no Brasil. Com a renda fixa atrelada a taxa mãe, onde investir para obter rentabilidade?

 

Por que a taxa selic caiu e onde investir agora?

O principal fator que pauta o Banco Central na decisão de corte é o controle da taxa inflação. A meta para 2020 é de 4% no acumulado do ano. Os dados mais recentes do IPCA já mostram que esse ano possivelmente teremos deflação. Ou seja, quando a inflação fica negativa. Com essas informações o órgão monetário consegue cortar a taxa de juros, a fim de equilibrar e estimular a economia.

Com o novo cenário o Brasil entra para lista de países que possuem juros negativos, ou seja, que são menores do que a inflação anual. Isso é ótimo para a economia. Os juros baixos fomentam a tomada de crédito para geração de novos negócios entre outros investimentos. Mas, quem estava acostumado com investimentos em renda fixa que pagavam bem e de maneira segura terá de se acostumar com uma nova realidade. Daqui em diante os investimentos, queridinhos dos brasileiros, estão mortos em termos de rentabilidade real.

Para obter retornos melhores os investidores deverão migrar seus investimentos e criar diversificação entre segurança, risco, renda variável, etc.

 

Morte da renda fixa

É claro que mesmo com a queda da taxa selic os produtos de renda fixa vão continuar existindo. Ainda será possível dentro de uma estratégia de investimento ter aplicações na poupança, no tesouro direto, em CDBs, mas que dificilmente essas opções trarão um retorno interessante. A segurança e a liquidez da renda fixa sempre foram apontadas como as principais vantagens para se construir a reserva de emergência. Alguns perfis de investidores continuarão utilizando esses produtos, mesmo em detrimento de uma rentabilidade maior.

 

Opções seguras e rentáveis

De acordo com o levantamento Raio X do Investidor Brasileiro, feito pela Anbima, 48% dos brasileiros preferem produtos seguros a produtos rentáveis. Mas, a boa notícia é que existem alternativas que proporcionam as duas coisas. Como por exemplo os tokens de precatórios, que são ativos criptografados e lastreado em títulos oficiais do governo. Os tokens possuem sua valorização baseada na negociação com deságio e no prazo de vencimento dos títulos. Os ativos podem valorizar até 25% ao ano. São seguros pois possuem uma garantia de compromisso de pagamento por parte do governo.

 

Quer saber mais sobre tokens?

Não deixe de ler: Entenda o que são e como funcionam os tokens de precatório
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Todo investimento está sujeito a riscos, incluindo a possível perda do dinheiro investido. Como em qualquer estratégia de investimento, não há garantia de que os objetivos de investimento sejam alcançados e os investidores possam perder dinheiro. A diversificação não garante lucro ou protege contra uma perda em um mercado em declínio. O desempenho passado não é garantia de resultados futuros.


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