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Balanço inédito aponta valorização do Bitcoin acima de 180% somente no primeiro semestre de 2020

BlueBenx 27 de agosto de 2020

Estudo da Bluebenx, fintech especializada em ativos digitais, ainda compara BTC com Ibovespa, que apresentou uma variação de 71,35% em um período instável para investimentos

Em um momento de frequente volatilidade de ativos e instabilidade nos mercados tradicionais, as criptomoedas vem demonstrando uma alta valorização, em especial o Bitcoin, que comprovou ser uma alternativa rentável e uma reserva de valor segura, principalmente em uma crise como a atual causada pela pandemia do coronavírus em que investidores buscam por meios alternativos para complementar sua carteira. 

Um balanço inédito realizado pela BlueBenx, fintech especializada no mercado de criptomoedas e security tokens, comprova com a valorização da criptomoeda foi superior ao mercado de ações, além de demonstrar um potencial de rentabilidade melhor para o investidor.

O balanço referente ao período de janeiro a julho de 2020 faz uma comparação com o índice de valorização do Ibovespa, que teve uma variação de 71,35%, enquanto que o Bitcoin valorizou cerca de 186% no mesmo espaço de tempo. Desde de janeiro a pontuação mínima do IBOV foi de 61.690 pontos com máxima de 105.703 pontos. Com o BTC (cotado em US$), a mínima e máxima foram de U$ 4.000,00 dólares e U$ 11.440,00 dólares.

A fintech também realizou uma análise comparativa com o mesmo período do ano passado. Ainda considerando os valores mínimos e máximos de pontuação, referentes a janeiro e julho de 2019, a Ibovespa saiu de 87.535 para 106.650, valorizando 21,84%. Já o Bitcoin saiu do patamar de 3.422,00 dólares para 13.764,00, subindo 302,22%.

Analisando especificamente a influência do Covid-19 na variação dos dois mercados, em março, mês em que a Organização Mundial da Saúde (OMS)  decretou o coronavírus como pandemia, o BTC e IBOV tiveram uma queda acentuada de -56,71% e -43,30% respectivamente, como consequência do medo dos investidores.

Como sinal de recuperação, o índice da bolsa brasileira, que no final de fevereiro estava cotado em 104.171, retomou a um patamar parecido em julho, terminado em 102.912 pontos. O Bitcoin por sua vez, ultrapassou a máxima do ano e retomou seu valor de mercado muito mais rapidamente.

Para o CEO da Bluebenx, Roberto Cardassi, esta recuperação se deve às medidas políticas de incentivo econômico de grandes potências. “Com o passar do tempo e a medida que foram sendo desenhadas e colocadas em práticas políticas de estímulo à economia, a exemplo dos diversos pacotes econômicos por parte de países como EUA, países da Zona do Euro, Inglaterra, Japão, China e outros, os investidores voltaram a tomar risco e foram pouco a pouco retornando aos mercados de bursáteis. Pouco a pouco o IBOV retoma ao nível pré-crise”, explica Cardassi. 

Já o Bitcoin conseguiu uma recuperação melhor no período, quando estava em US$ 8.561 e fechou julho em US$11.350. Essa melhora maior e mais rápida se deve ao fato de que os cripto ativos estão ganhando melhor aceitação pelo mercado e também por conta da insegurança com a inflação.

 

“Em parte, a recuperação mais rápida do BTC em comparação ao IBOV se deve aos trilhões de dólares que foram injetados na economia e o receio em relação à inflação futura. Além disso, as expectativas de vacina e reabertura das grandes economias globais explicam outra parte da retomada. Mas é importante frisar que o mercado de cripto ativos vem avançando no quesito aceitação, principalmente com algumas decisões jurídicas importantes, em destaque o Escritório da Controladoria da Moeda (OCC), que anunciou que os bancos nos EUA podem custodiar criptomoedas”, acrescenta Cardassi.

 

Roberto sinaliza que o índice da bolsa de valores no país sofre diretamente com a situação atual do Brasil na gestão da crise com o aumento de casos, além de outras questões políticas.

 

“No panorama nacional, o que atrasa a recuperação do IBOV são os crescentes números de infectados no país, a queda da economia, o impacto nas empresas, o crescente desemprego e as reformas tributária e fiscal que estão em debate e sem muitas expectativas em relação ao seu andamento no congresso”, afirma.

 

Para o CEO, também é importante lembrar que o mercado de ativos digitais não se limita somente ao Bitcoin, que atualmente é mantido como o ativo mais negociado nesse mercado. Os investidores que não disponibilizam de uma quantia relativamente alta para aplicar no BTC, podem optar por outras opções mais seguras e acessíveis.

 

“O mercado de cripto ativos vem produzindo outras formas de reserva de valor, como os Security Tokens e ETF’s, mercado futuro, entre outros. Estas opções têm se tornado foco de investimentos de grande volume, contribuindo para o aumento do market cap e a valorização de seus principais ativos. Ao todo já existem mais de 6 mil ativos digitais no mercado, combinando para mais de 24 mil opções de trocas”, conclui Cardassi.

 

Sobre a BlueBenx

A BlueBenx é uma fintech brasileira, com escritórios nos Estados Unidos, Portugal e Estônia, especializada no mercado de criptomoedas e security tokens. Desenvolvemos soluções financeiras para que pessoas e empresas possam aproveitar as oportunidades do mercado de ativos digitais de maneira segura e descomplicada. Desde 2016 trabalhamos para despertar o sentimento de confiança em nossa marca, através da transparência, compromisso e realização das conquistas de nossos clientes.

 

 


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